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    COLIDIS

    O Lactobacillus reuteri  DSM 17938 pode contribuir para a melhora do desconforto intestinal de bebês.2

    * Aumento da volumetria do produto. Nova apresentação 10 ml.
    Referências bibliográficas: 1. ROMEO, M.G. et al. Role of probiotics in the prevention of the enteric colonization by Candida in preterm newborns: incidence of late-onset sepsis and neurological outcome. Journal of Perinatology, v. 31, n. 1, p. 63-69, 2010. 2. Folheto informativo Colidis. Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. 3. Kairos Web Brasil. Disponível em: <http://brasil.kairosweb.com>. Acesso em: jun 20. 4. Informações de rotulagem Colidis. – Nova marca: Colidis – registro de titularidade do Aché. Reg. MS nº: 5.6381.0334.001-1.

    O Lactobacillus

    reuteri DSM 17938

    pode contribuir

    para a melhora

    do desconforto

    intestinal de

    bebês.2

    Bactérias nem sempre são sinal

    de doença.

     

    O nosso intestino tem cerca de

    40 trilhões de bactérias, que atuam de

    forma conjunta e são, reconhecidamente,

    fundamentais para o seu funcionamento

    correto. Para se ter uma ideia, há

    aproximadamente uma bactéria para

    cada célula presente no corpo humano.

     

    O conhecimento aprofundado a respeito

    das bactérias nos permitiu entender

    que nem todas elas causam mal ao ser

    humano. Além disso, descobriu-se que

    a presença de certos tipos de bactérias

    é fundamental para manter àquelas

    efetivamente capazes de causar

    mal em equilíbrio, ou seja,

    não causando doença.

    Na definição da OMS (Organização

    Mundial de Saúde), probióticos são

    microrganismos vivos que, quando

    administrados em quantidades

    apropriadas, conferem benefícios

    à saúde de quem os consome.

    Em geral, os probióticos atuam

    de forma a favorecer o equilíbrio

    da flora intestinal.

    O que são probióticos?

    Bactérias nem sempre são sinal de doença.

     

    O nosso intestino tem cerca de 40 trilhões de bactérias, que atuam de forma conjunta e são, reconhecidamente, fundamentais para o seu funcionamento correto. Para se ter uma ideia, há aproximadamente uma bactéria para cada célula presente no corpo humano.

     

    O conhecimento aprofundado a respeito das bactérias nos permitiu entender que nem todas elas causam mal ao ser humano. Além disso, descobriu-se que a presença de certos tipos de bactérias é fundamental para manter àquelas efetivamente capazes de causar mal em equilíbrio, ou seja, não causando doença.

    Na definição da OMS (Organização Mundial de Saúde), probióticos são microrganismos vivos que, quando administrados em quantidades apropriadas, conferem benefícios à saúde de quem os consome. Em geral, os probióticos atuam de forma a favorecer o equilíbrio da flora intestinal.

    Como o probiótico pode ser benéfico para a saúde do bebe?

    A flora intestinal participa de diversos processos do nosso corpo. Ao nascimento, essa flora ainda não é completamente desenvolvida, e sofre modificações frequentes. Diversas situações podem influenciar o equilíbrio dessas bactérias.

     

    Alguns exemplos são o uso de antibióticos, o tipo de parto (normal ou cirúrgico-por cesárea) e a forma de aleitamento (natural ou pelo uso de fórmulas infantis). O desequilíbrio da flora intestinal pode contribuir para o desconforto intestinal dos bebês, que, por sua vez pode provocar dor abdominal e choro excessivo, principalmente em recém-nascidos. Esses sintomas frequentemente são associados a um desgaste e apreensão importantes por parte de toda a família.

    É comprovado que o uso diário de 10⁸ UFC (unidades formadoras de colônia) do L. reuteri DSM 17938 em bebês contribui para a melhora do desconforto intestinal.

    5 gotas diárias de Colidis, oferecem a quantidade adequada de microrganismos para o equilíbrio da flora intestinal dos bebês.

    A flora intestinal participa de

    diversos processos do nosso corpo.

    Ao nascimento, essa flora ainda não

    é completamente desenvolvida,

    e sofre modificações frequentes.

    Diversas situações podem influenciar

    o equilíbrio dessas bactérias.

     

    Alguns exemplos são o uso de

    antibióticos, o tipo de parto (normal

    ou cirúrgico-por cesárea) e a forma

    de aleitamento (natural ou pelo uso

    de fórmulas infantis). O desequilíbrio

    da flora intestinal pode contribuir

    para o desconforto intestinal dos

    bebês, que, por sua vez pode

    provocar dor abdominal e choro

    excessivo, principalmente em

    recém-nascidos. Esses sintomas

    frequentemente são associados

    a um desgaste e apreensão

    importantes por parte de toda

    a família.

    É comprovado que o uso diário de

    10⁸ UFC (unidades formadoras de

    colônia) do L. reuteri DSM 17938 em

    bebês contribui para a melhora do

    desconforto intestinal.

    5 gotas diárias de Colidis,

    oferecem a quantidade

    adequada de microrganismos

    para o equilíbrio da flora

    intestinal dos bebês.

    Quando e como administrar um probiótico?

    O número de estudos com probióticos tem crescido e seu uso é cada vez mais um consenso entre os especialistas.

    É necessário, porém, atentar para a segurança daquele tipo de probiótico específico. Quanto ao Lactobacillus reuteri DSM 17938, seu uso é considerado seguro na população pediátrica, podendo ser administrado desde os primeiros dias de vida.

    O número de estudos com probióticos tem crescido e seu uso é cada vez mais

    um consenso entre os especialistas.

    É necessário, porém, atentar para a segurança daquele tipo de probiótico

    específico. Quanto ao Lactobacillus reuteri DSM 17938, seu uso é considerado

    seguro na população pediátrica, podendo ser administrado desde os

    primeiros dias de vida.

    Todos os probióticos são iguais?

    Os probióticos não são todos iguais!

     

    Cada um deles possui um “nome” e “sobrenome”, denominados como:

    Da mesma forma que a digital é única para cada pessoa, a cepa também é única para cada probiótico, ou seja, um probiótico não é igual ao outro porque cada um possui uma cepa específica com características, mecanismo de ação, eficácia e segurança próprios.

     

    Como citado anteriormente, cada vez mais, os probióticos tem se tornado uma opção reconhecida à composição de uma flora intestinal

    benéfica para lactentes e crianças.

    Contudo, para ser reconhecido como um probiótico, o microrganismo deve ter o seu filo gênero, espécie e cepa, muito bem estabelecidos e estudados.

    Os probióticos não são todos iguais!

     

    Cada um deles possui um “nome” e

    “sobrenome”, denominados como:

    GÊNERO • ESPÉCIE • CEPA

    RG

    Da mesma forma que a digital é única para cada pessoa, a cepa também

    é única para cada probiótico, ou seja, um probiótico não é igual ao outro

    porque cada um possui uma cepa específica com características,

    mecanismo de ação, eficácia e segurança próprios.

     

    Como citado anteriormente, cada vez mais, os probióticos tem se

    tornado uma opção reconhecida à composição de uma flora intestinal

    benéfica para lactentes e crianças.

    Dicas para controlar o choro excessivo do lactante

    COLO

    Pegar o bebê no colo (tente o contato direto da barriga do bebê com a barriga da mãe). Enrolar o bebê em uma manta ou cobertor. Flexionar as coxas do bebê sobre a barriga. Não se preocupe que estas atitudes não farão com que o seu bebê fique “mimado”.

    BANHO

    Banho morno ou compressas na barriga podem auxiliar na redução da cólica/choro no lactente.

    MENOS ESTRESSE

    A mãe, quando necessário, deve pedir auxílio para as tarefas do lar e no cuidado com o bebê. Tentar dormir o máximo possível. Descansar é fundamental para não transmitir o estresse ao bebê.

    TRANQUILIDADE

    Reduzir estímulos para o bebê: Evitar locais com muito barulho ou excesso de pessoas, procurar um ambiente tranquilo. Pode ser uma música ambiente suave.

    colo

    COLO

    Pegar o bebê no colo (tente o contato direto da barriga
    do bebê com a barriga da mãe). Enrolar o bebê em uma
    manta ou cobertor. Flexionar as coxas do bebê sobre a
    barriga. Não se preocupe que estas atitudes não farão
    com que o seu bebê fique “mimado”.
    banho

    BANHO

    Banho morno ou compressas na barriga podem
    auxiliar na redução da cólica/choro no lactente.
    estress

    MENOS ESTRESSE

    A mãe, quando necessário, deve pedir auxílio para
    as tarefas do lar e no cuidado com o bebê. Tentar dormir
    o máximo possível. Descansar é fundamental para não
    transmitir o estresse ao bebê.
    tranquilidade

    TRANQUILIDADE

    Reduzir estímulos para o bebê:
    Evitar locais com muito barulho ou excesso de pessoas, procurar
    um ambiente tranquilo. Pode ser uma música ambiente suave.
    Estudo2

    Para saber mais sobre

    L. reuteri

    DSM 17938

    estudo1

    Referências bibliográficas

    1. LEN, C.A. et al. Consenso sobre dores pouco valorizadas em crianças. Cólica do lactente, 2011. 2. Horta BL, Gigante DP, Lima RC, Barros FC, Victora CG. PLoS One. 2013; 8(9):e74301. Birth by caesarean section and prevalence of risk factors for non-communicable diseases in young adults: a birth cohort study . Epub 2013 Sep 9. 3. Frontiers in Cellular and Infection Microbiology. Effect of Breast and Formula Feeding on Gut Microbiota Shaping in Newborns, 2012. 4. BORBA, L.M.; CASTRO, L.C.V.; FRANCESCHINI, S.C.C.; FERREIRA, C.L.L.F . Composition of the human milk and micr obiota predominantly bífida of the infant in exclusive maternal breast feeding. Nutrir e: rev. Soc. Bras. Alim. Nutr., J. Brazilian Soc. Food Nutr ., São Paulo, SP. v.25, p. 1 35-151, jun., 2003. 5. Maria A.L. Saavedra1, Juvenal S. Dias da Costa2, Gilberto Garcias3, Bernardo L. Horta4, Elaine Tomasi5, Rodrigo Mendonça. Incidência de cólica no lactente e fatores associados: um estudo de coorte. 6. CASAS, I.A.; DOBROGOSZ, W.J. Validation of the probiotic concept: Lactobacillus reuteri Confers broadspectrum protection against disease in humans and animals. Microbial Ecology in Health and Disease., v.12, n. 4, p. 247-285, 2000. 7. SAVINO, F. et al. Lactobacillus reuteri DSM 17938 in Infantile Colic: A Randomized Double-Blind, Placebo-Controlled Trial. Pediatrics, v. 126, p. 526–533, 2010.8. Internal Report: Monografia Biogaia. 9. INDRIO, F. et al. Prophylactic use of a Probiotic in the Prevention of Colic, Regurgitation, and Functional Constipation A Randomized Clinical Trial. 10. SAVINO, F. et al. Lactobacillus reuteri (American Type Culture Collection Strain 55730) Versus in the Treatment of Infantile Colic: A Prospective Randomized Study. Pediatrics, v. 119, p. 124-130, 2007. 11. SZAJEWSKA, H.; GYRCZUK, E.; HORVATH, A. Lactobacillus reuteri DSM 17938 for the Management of Infantile Colic in Breastfed Infants: A Randomized, Double-Blind, Placebo-Controlled Trial. J Pediatr, p. 1-6, 2012. 12. Mi GL, Zhao L, Qiao DD, Kang WQ, Tang MQ, Xu JK. (2015) Effectiveness of Lactobacillus reuteri in infantile colic and colicky induced maternal depression: a prospective single blind randomized trial. Antonie Van Leeuwenhoek., online ahead of print 16 Apr. 2015, doi: 10.1007/s10482-015-0448-9. 13. ROMEO, M.G. et al. Role of probiotics in the prevention of the enteric colonization by Candida in preterm newborns: incidence of late-onset sepsis and neurological outcome. Journal of Perinatology, v. 31, n. 1, p. 63-69, 2010. 14. Folheto informativo Colikids. Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. 15. Kairos Web Brasil. Disponível em: <http://brasil.kairosweb.com>. Acesso em: Novembro 2015.
    Reg. MS nº: 5.6381.0334.001-1

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